sexta-feira, 22 de julho de 2011

Amor de Amigo

Durante um confronto bélico, um orfanato de missionários, numa aldeia vietnamita, foi atingido por várias bombas.
Os missionários e duas crianças morreram na hora e  muitas ficaram feridas, inclusive uma menina de 8 anos.
Através do rádio de uma aldeia vizinha, os habitantes buscaram socorro dos americanos. Um médico da Marinha e uma enfermeira chegaram trazendo apenas maletas de primeiros socorros.
Perceberam logo que o caso mais grave era o da menina. Se não fossem tomadas providências imediatas, ela morreria por perda de sangue. Era urgente que se fizesse uma transfusão.
Saíram à procura de um doador com o mesmo tipo sanguíneo. Os americanos não tinham aquele tipo de sangue, mas muitos órfãos que não tinham sido feridos poderiam ser doadores.
O problema agora, era como pedir às crianças, já que o médico conhecia apenas algumas palavras em vietnamita e a enfermeira tinha poucas noções de francês.
Usando uma mistura das duas línguas e muita gesticulação, tentaram explicar aos assustados meninos que, se não recolocassem o sangue perdido, a menina morreria.
Então perguntaram se alguém queria doar sangue. A resposta foi um silêncio de olhos arregalados.
Finalmente, uma mão levantou-se timidamente, deixou-se cair e levantou de novo.
Ah, obrigada. - Disse a enfermeira em francês. - Como é o seu nome?
O garoto respondeu em voz baixa: Heng.
Deitaram Heng rapidamente na maca, esfregaram álcool em seu braço e espetaram a agulha na veia.
Durante esses procedimentos, Heng ficou calado e imóvel.
Passado um momento, deixou escapar um soluço e cobriu depressa o rosto com a mão livre.
Está doendo, Heng? - Perguntou o médico. Heng abanou a cabeça, mas daí a pouco escapou outro soluço e mais uma vez tentou disfarçar.
O médico tornou a perguntar se doía, e ele abanou a cabeça outra vez, significando que não.
Mas os soluços ocasionais acabaram virando um choro declarado, silencioso, os olhos apertados, o punho na boca para estancar os soluços.
O médico e a enfermeira ficaram preocupados. Alguma coisa obviamente estava acontecendo.
Nesse instante, chegou uma enfermeira vietnamita, enviada para ajudar. Vendo a aflição do menino, falou com ele, ouviu a resposta, e tornou a falar com voz terna, acalmando-o.
Heng parou de chorar e olhou surpreso para a enfermeira vietnamita. Ela confirmou com a cabeça e uma expressão de alívio estampou-se no rosto do menino. Então ela disse aos americanos:
Ele achou que estava morrendo. Entendeu que vocês pediram para dar todo o sangue dele para a menina poder viver.
E por que ele concordou? Perguntou o médico.
A enfermeira vietnamita repetiu a pergunta, e Heng respondeu simplesmente:
Ela é minha amiga.

Não há amor maior, de John W. Mansur, disponibilizado na Internet (col. John W. Mansur,  extraído de The Missileer).

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Ternura

É tão importante que sustenta a vida. Muitas criaturas a negam, mas ninguém a dispensa.
Apresenta-se tímida, quase como se não existisse. No entanto, engrandece quem a dá e embeleza quem a recebe.
Manifesta-se em pequenos nadas, como um olhar num momento muito especial. Um olhar que tem o brilho de uma estrela em um céu cheio de astros.
Pode se exteriorizar em um sorriso, em um aperto de mão. O namorado que se aproxima da sua amada e lhe acaricia com suavidade o rosto, como se estivesse tocando o veludo de uma rosa que desabrocha.
Pode ser sentida em uma canção que alguém entoa à distância, uma canção que fala de momentos doces, de um pôr-de-sol, de um amanhecer...
Irradia-se de uma palavra em um momento oportuno. Palavra que tem o dom de acariciar a alma e lembra o voo gracioso de uma ave no céu azul.
Expressa-se no silêncio de um amigo que nos reconhece a dor íntima e simplesmente se senta ao nosso lado, aguardando que desejemos falar, dizer do que nos está magoando, machucando. Oferece-nos o ombro amigo para o desabafo e as lágrimas.
Expressa-se na mãe e no pai que chega em casa e brinda os filhos com um terno beijo ou abraço, dizendo-lhes silenciosamente: eu amo você. Um afago nos cabelos, um olhar que compreende. Uma comidinha quente, um lanchinho, um ficar juntos mesmo sem dizer nada.
Ela fala sem voz. Atua sem mãos. Brilha sem luz...
Falamos da ternura, que é alma e é coração.
Ela sustenta os matrimônios na Terra e aquece os corações maternos quando a neve dos invernos já coloriu os cabelos com sua brancura.
No namoro, ela faz parte do doce encantamento que toma de assalto os enamorados. Nos primeiros dias do casamento, é a brisa que visita os apaixonados todas as manhãs. Depois, quando os anos já se dobram sobre o casal, é o sentimento que alimenta a relação a dois.
Feita de coisas pequenas, como chegar do trabalho com uma flor e oferecer à amada. Ou um telefonema, no meio da tarde, para uma pequena declaração de eterno amor.
Um bilhete em envelope discreto, com uma frase curta e a marca de um beijo.
Quando a ternura se ausenta, as criaturas envelhecem mais rapidamente, parecendo murchar, como flores sem água, sem sol, sem ar.
A ternura é sempre espontânea, por isso mesmo tão preciosa. Não pode ser imposta. Quem pode dizer a uma criança que deixe a brincadeira e nos venha acariciar os cabelos com suas mãos pequeninas?
Mas, quando ela o faz de forma espontânea, nos enriquece e enche de bênçãos o coração.
A ternura é componente imprescindível às manifestações do amor.
Brota como as flores que explodem dos botões aos beijos do sol da primavera.
Onde chega produz harmonia, paz, porque a ternura é a mais forte expressão que traduz a elevação do Espírito.

 Ternura, do livro Heranças de amor.

domingo, 12 de junho de 2011

Ainda o Amor

Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.
Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.
Entretanto, o amor já foi definido pelos Espíritos do Bem como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.
Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.
Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro.
Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular.
O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada.
A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.
Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem até os ombros.
Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas.
Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.
Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio.
Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.
Trêmula e emocionada, a esposa logo deteve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces.
Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o relógio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do relógio.
Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.
*   *   *
O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida.
Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro.
*   *   *
O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras.
O amor levanta as energias alquebradas e é essencial para a preservação da vida.
Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão.

Redação do Momento com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 do livro Momentos enriquecedores.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Serena Confiança

A história é narrada pelo filósofo Huberto Rohden. Ele viajava em um navio rumo à Europa.
A travessia era serena e festiva, marcada pelo conforto e pelo luxo do moderno transatlântico, sobre águas calmas e sob um céu límpido e azul.
De repente, porém, tudo mudou. O que era serenidade e calma se transformou em um violento temporal. Desses que assustam desde os marinheiros de primeira viagem até os mais experimentados.
Com medo, os passageiros se recolheram aos camarotes. O filósofo, porém, preferiu contemplar o espetáculo da natureza.
Em meio a toda aquela confusão a bordo, ele notou uma criança, cuja idade andava entre os seis e os sete anos. A criança estava totalmente despreocupada. Brincava, cantarolava, indiferente ao que acontecia.
Impressionado com a tranqüilidade da criança, o filósofo se aproximou e perguntou: Você não está com medo?
A resposta veio rápida, inocente, e ao mesmo tempo profunda: Não, eu não tenho medo. Papai está no leme.
Quando o temporal passou, a viagem prosseguiu serena para todos. Menos para o filósofo, que não conseguia esquecer a resposta da criança.
Que imensa confiança! Se papai está no leme, nenhum mal pode acontecer.
Papai é mais forte que os ventos, mais forte que as ondas! Não há o que temer!
*  *  *
A confiança é própria das crianças. Elas se entregam sem temor àqueles em quem confiam. E, pai e mãe representam para elas a maior segurança.
Se todos os homens confiassem em Deus como as crianças confiam em seus pais, mais amena seria a vida, porque essa confiança significa ter fé.
A fé é essa chama divina que aquece o Espírito e lhe dá forças para tudo superar: mágoas, revoltas, traições.
Com fé, o homem sobrevive ao clima de aflição, não se deixando jamais desesperar.
Enquanto outros param à borda do abismo, acreditando que ele seja intransponível, o homem de fé procura passagens diversas para alcançar o outro lado em segurança.
O homem de fé é o que não se inquieta com as notícias que falam de crises e de tempos difíceis. Prossegue trabalhando sem cansaço porque está seguro de que terá forças para vencer.
E para que a fé não esmoreça, ele a sustenta com os valores da reflexão e da prece, porque nenhuma chama prossegue ardendo sem combustível para a sustentar.
*   *   *

com base no artigo Papai está no leme, da revista 
Presença nº 216 e no cap. 22 do livro Convites da vida de Divaldo Franco, ed. Leal.
30.01.2009.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Fique atento aos besouros!

"Um homem tinha um lindo bosque, com árvores de todo tipo. Entre elas, havia uma especial, que resistia a todas as tempestades: era alta, com tronco grosso e copa larga, parecia imbatível.
Certa vez, sem motivo aparente, ela desabou. O homem, intrigado com o inesperado acontecimento, foi investigar o motivo pelo qual aquela árvore tão resistente havia caído. E para sua surpresa, descobriu que pequeninos besouros já deviam ter invadido o seu tronco havia algum tempo e, corroendo-a por dentro, deixaram-na oca até que desabou."

  Muitas vezes, não são as grandes tempestades que nos fazem desabar, mas os pequeninos besouros.
  Para que sua família se transforme e não desabe, esteja atento às pequenas situações que, como besouros, vão minando os relacionamentos. 

(Do livro Para que minha família se transforme, de Maria Salette, Wilma Ruggeri e Jota Silva)
Cuide dos seus relacionamentos com carinho e respeito e eles irão durar para sempre. 

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Amor de Deus

Jesus disse: “Meu amor é mais forte.”
A luz do Amor dissipa as trevas da culpa nos mantém firmes.  Faz com que aceitemos o Amor de Deus por nós, nos mostra nosso amor por nós mesmos e nos obriga a procurar o amor do próximo. Mesmo com medo da rejeição, dos olhares severos, da dureza do coração de alguns – faz com que jamais desistamos de procurar o Amor.
Não estamos sós. O mundo se transforma, e nós somos parte desta transformação. Os anjos nos guiam e nos protegem. Apesar de todas as injustiças, apesar de coisas que não merecemos acontecerem conosco, apesar de nos sentirmos incapazes de mudar o que está errado na gente e no mundo, o Amor ainda é mais forte, e nos ajudará a crescer. E só então seremos capazes de entender estrelas, anjos e milagres.
Blog Paulo Coelho.
Bom Fim-de-Semana a todos!

Ah, essas mães!

Quando nos vem à mente uma figura de mãe, sempre surge acompanhada de um misto de divino e humano.
É muito rara a pessoa que não se comova diante da lembrança de sua mãe.
Meninos que abandonaram o lar por motivos variados e vivem nas ruas, quando evocam suas mães, uma onda de ternura lhes invade o ser.
Por que será que as mães são essas criaturas tão especiais?
Talvez seja porque elas têm o dom da renúncia...
Uma mãe consegue abrir mão de seus interesses para atender esse serzinho indefeso e carente que carrega nos braços.
Mas as mães também têm outras características muito especiais.
Um coração de mãe é compassivo. A mãe sempre encontra um jeito de socorrer seu filho, mesmo quando a vigilância do pai é intensa.
Ela alivia o castigo, esconde as traquinagens, defende, protege, arruma uns trocos a mais.
Sim, uma mãe sempre tem algum dinheiro guardado, mesmo convivendo com extrema necessidade, quando se trata de socorrer um filho.
Mães são excelentes guarda-costas. Estão sempre alertas para defender seu filho do coleguinha terrorista, que quer puxar seu cabelo ou obrigá-lo a emprestar seu brinquedo predileto...
Quando a criança tem um pesadelo no meio da noite e o medo apavora, é a mãe que corre para acudir.
As mães são um pouco fadas, pois um abraço seu cura qualquer sofrimento e seu beijo é um santo remédio contra a dor...
Para os filhos, mesmo crescidos, a oração de mãe continua tendo o poder de remover qualquer dificuldade, resolver qualquer problema, afastar qualquer mal.
No entender dos filhos, as mães têm ligação direta com Deus, pois tudo o que elas pedem, Deus atende.
O respeito às mães perdura até nos lugares de onde a esperança fugiu.
Onde a polícia não entra, as mães têm livre acesso, ainda que seja para puxar a orelha do filho que se desviou do caminho reto.
Até o filho bandido respeita sua mãe, e lhe reverencia a imagem quando ela já viajou para o outro lado da vida.
Existem mães que são verdadeiras escultoras. Sabem retirar da pedra bruta que lhe chega aos braços a mais perfeita escultura, trabalhando com o cinzel do amor e o cadinho da ternura.
Ah, essas mães!
Ao mesmo tempo em que têm algo de fadas, também têm algo de bruxas...
Elas adivinham coisas a respeito de seus filhos, que eles desejam esconder de si mesmos.
Sabem quando querem fugir dos compromissos, inventam desculpas e tentam enganar com suas falsas histórias...
É que os filhos se esquecem de que viveram nove meses no ventre de suas mães, e por isso elas os conhecem tão bem.
Ah, essas mães!
Mães são essas criaturas especiais, que Deus dotou com um pouco de cada virtude, para atender as criaturas, não menos especiais, que são as crianças.
As mães adivinham que a sua missão é a mais importante da face da Terra, pois é em seus braços que Deus deposita Suas jóias, para que fiquem ainda mais brilhantes.
Talvez seja por essa razão que Deus dotou as mães com sensibilidade e valentia, coragem e resignação, renúncia e ousadia, afeto e firmeza, além da vida.
Todas essas são forças para que cumpram a grande missão de ser mãe.
E ser mãe significa ser cocriadora com Deus, e ter a oportunidade de construir um mundo melhor com essas pedras preciosas chamadas filhos...

Equipe de redação do Momento, Jan/2010.

Não esqueçam as mães de agradecerem aos pais de seus filhos, mesmo que em pensamento, pela imensa colaboração em tão maravilhoso presente.

Feliz dia das Mães! 

domingo, 1 de maio de 2011

Oração e Trabalho - 1º de Maio

Conta-se que, no deserto de Tebaida, vivia um velho monge que costumava dar sábios conselhos a todos que o buscassem com essa finalidade.
Um dia, aos primeiros alvores da manhã, vindo de país longínquo, bateu à sua humilde casa, um frade, moço e forte, que lhe disse:
Irmão, venho lhe pedir para que, em nome de Deus, me ensine a fugir das tentações.
O venerável monge olhou-o com tranquilidade e falou com doçura:
Outro pedido lhe farei. Ajude-me um pouco hoje e amanhã lhe ensinarei, pela graça de Deus, o que deseja. E assim ficou combinado.
Os primeiros raios de sol surgiam no infinito, quando os dois se entregaram ao trabalho de remover a terra. O monge cantava e o frade o acompanhava.
Quando o sol quente anunciou o meio do dia, ambos fizeram uma pausa. Tomaram uma refeição frugal e saborosa, para logo mais voltarem à lida.
Quando os últimos raios do sol se despediam, na linha do horizonte, os dois deixaram o eito e voltaram para casa.
A mesa singela oferecia o repasto para o corpo e jantaram juntos.
Terminada a refeição, fizeram um pequeno passeio por entre o arvoredo, ouvindo a algazarra da passarada que buscava lugar seguro para o repouso entre a folhagem.
Em seguida, se recolheram e oraram. Estudaram as escrituras e deitaram-se, depois, para dormir.
Pela manhã, o monge perguntou ao seu hóspede:
Meu irmão, você ainda quer saber como afastar as tentações?
Não, respondeu o frade. Já aprendi o bastante, mestre.
E, beijando respeitosamente as mãos do monge, partiu.
Tinha obtido o remédio para afastar todas as tentações: a oração e o trabalho.
Essas duas forças se constituem no antídoto eficaz contra as quedas do ser humano.
Jesus Cristo, com Seu exemplo maior, dignificou o trabalho. Seu ministério foi, sobretudo, de ação e movimento.
Levantava-Se com o dia e devotava-Se ao bem dos semelhantes pela noite adentro.
Médico - não descansava no auxílio efetivo aos doentes.
Professor - não Se fatigava, repetindo as lições.
Juiz - exemplificava a imparcialidade e a tolerância.
Benfeitor - espalhou, sem cessar, as bênçãos do amor infinito.
Sábio - colocou a ciência do bem ao alcance de todos.
Advogado - defendeu os interesses dos fracos e dos humildes.
Trabalhador Divino - serviu a todos, sem reclamação e sem recompensa.
Serviu-Se da oração para buscar a sintonia com o Pai, durante toda a Sua vida.
O exemplo do Cristo é sublime e contagiante. Tanto é assim, que os apóstolos abandonaram o comodismo para sair em campo e fazer o que o Mestre fizera: trabalhar e orar.
Trabalho e oração: eis o remédio contra as tentações.
Redação do Momento com base em texto do boletim Ser em foco,  nº 08/98.